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Projeto Memória da Agricultura Familiar

Apoio SETI/PR- Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Projeto MAFC



1. Informações Gerais:

1.1 ENTIDADE PROPONENTE: Fundação RURECO
1.2. Responsável Institucional: Luiz Levi Tomacheski - Presidente
1.3. Coordenação do Projeto: Jorge Augusto Schanuel
1.4. Período de execução: 01/08/2009 a 31/11/2010
1.5. Área de Abrangência: Região Centro Oeste do Paraná – Territórios Paraná Centro e Cantuquiriguaçu


1.6. Equipe responsável pelo Projeto
• Jorge Augusto Schanuel – Psicologia com especialização: Coordenação no período de 01/08/2009 a 30/11/2010
• Carlos Schipanski – Doutor em História: Orientador no período de 01/08/2009 a 31/12/2009
• Thiago Cancelier Dias – Mestre em História: Colaborador no período de 01/08/2009 a 31/12/2009 e Orientador no Período 01/01/2010 a 30/11/2010
• Karina Anhazini – Doutora em História: colaboradora no período de 01/08/2009 a 30/11/2010
• Jorge Fávaro – Mestre em Sociologia: colaborador no período de 01/08/2009 a 30/11/2010
• Nara Gorski – Arte e Educação: colaboradora no período de 01/08/2009 a 30/11/2010
• Luiz Fernando Machado Kramer – Engenheiro Agrônomo: colaborador no período de 01/08/2009 a 30/11/2010

1.7. Bolsistas que atuaram no Projeto:

1.7.1 – Graduados recém formados:
• Rafael Marques da Silva – História: Período de 01/08/2009 a 30/05/2010
• Robson Luiz Bastos Silvestre – História: Período 01/08/2009 a 31/10/2009
• Fábio Augusto Ansolin – Publicidade: de 01/08/2009 a 30/10/2010
• Mábia Camargo – Secretariado: Período de 01/10/2009 a 20/02/2010
• Luiz Alexandre Pinheiro Kosteczka – História: Período 01/03/2010 a 30/11/2010
• Patrícia dos Santos – Geografia: Período 01/06/2010 a 31/08/2010

1.7.2 – Graduandos
• Flávio Castilho de Mello – Publicidade: Período de 01/08/2009 a 30/09/2010
• Anderson Sávio Ferreira – História: Período de 01/08/2009 a 30/10/2009
• Samilo Takara – Jornalismo: Período de 01/08/2001 a 30/05/2010
• Celina de Souza Lima – Arte e Educação: Período de 01/08/2009 a 30/03/2010
• André Egídio Pin – História: Período de 01/08/2009 a 30/11/2010
• Gabriela D`Avila Bronstrup – História: Período de 01/03/2010 a 30/11/2010
• Carolina Ramos Forbeck – Arte e Educação: 01/03/2009 a 30/03/2009 - colaboradora no período de 01/04/2009 a 30/11/2010
• Adriane Padilha – História: Período 01/04/2010 a 30/11/2010
• Jamilson Bine – Informática: Período 01/09/2010 a 30/11/2010
• Andrei Stricker – Informática: Período 01/10/2010 a 30/11/2010
• Gilson Guimarães – Informática: colaborador no período de 01/10/2010 a 30/11/2010



1.8. Apoio administrativo:
• Eliton dos Santos - Contabilista

1.9. Entidade financiadora: Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – SETI, Programa Universidade Sem Fronteira.

1.20. Parceiros institucionais:

Parceiro 1: Emater

Parceiro 2: UNICENTRO - Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná.

Parceiro 3: Cresol - Sistema de Crédito Rural com Interação Solidária


2. Título do Projeto: Projeto Memória da Agricultura Familiar Camponesa

Nome Fantasia: Projeto Memória.

3. Objetivos:

3.1. Objetivo Geral:

Promover, desenvolver, divulgar, sistematizar e organizar o Patrimônio Cultural Material e Imaterial para criação do Museu da Agricultura Familiar da região centro-oeste do Paraná.

3.2. Objetivos específicos:

1. Desenvolver oficinas de Educação Patrimonial junto aos agricultores familiares;
2. Montar acervo de objetos que será parte integrante do museu
3. Recolher, por meio do desenvolvimento da metodologia da História Oral, as artes do fazer e os saberes vinculados ao trabalho, às celebrações e crenças, às curas, à culinária, às festas e toda manifestação que represente a identidade da comunidade;
4. Criar um acervo composto por todo este material que incluirá os objetos relacionados à memória contada aos pesquisadores e os próprios relatos que comporão o museu da Agricultura Familiar;
5. Investigar as memórias dos movimentos ligados à agricultura familiar (sindicatos, cooperativas, ong´s, quilombola e MST);
6. Montar um espaço de integração para que os agricultores familiares possam interagir entre si e com a comunidade em geral, conhecendo as várias culturas e a diversidade étnica que envolve a agricultura familiar da região que abrange o projeto;
7. Difundir as informações acerca da história da agricultura familiar.

4. Justificativa

A História Agrária ou História Social da agricultura no Brasil, entendida como o conjunto de pesquisas que privilegiam o universo rural e seus variados desdobramentos, teve início nas primeiras décadas do século XX. No entanto, o desenvolvimento da área foi lento e somente se consolidou a partir dos anos 80 e 90. Podemos destacar os trabalhos de Maria Yedda Leite Linhares, Ciro Flamarion Cardoso, Francisco Carlos Teixeira da Silva, José de Souza Martins e Márcia Motta. Cabe aqui ressaltar o grande impulso que a historiografia dedicada aos estudos da terra sofreu sob o impacto da chamada nova esquerda britânica (Thompson, Hobsbawm, Cristopher Hill, entre outros), principalmente destacando o papel decisivo da cultura para a compreensão da dinâmica da luta pela posse da terra no Brasil. (MOTTA, 2005)
A historiografia a respeito da ocupação e reocupação do estado do Paraná foi problematizada por Liliane da Costa Freitag com o intuito de analisar os discursos performativos que criam a idéia de região e, com isso conformam a identidade regional. (FREITAG, 2007). É importante destacar que a maior parte da produção historiográfica analisada pela autora destaca as regiões centro-oeste e extremo-oeste do Paraná como vazios demográficos até as décadas de 60 e 70 do século XX e esta construção histórica tem consequências diretas na forma de ocupação e manutenção da vida nesta região.
De acordo com uma dessas explicações, a ocupação histórica do território paranaense é marcada pela existência de três ondas colonizadoras fundamentais: a do Paraná Tradicional, do Norte e do Paraná Moderno (BALHANA et al., 1968).
Cada uma dessas ondas ocupacionais conformou uma organização econômica específica estruturando espaços diferenciados de reprodução da vida social constituídos por distintas culturas e etnias. Como resultado desse processo de inter-relação no contexto social, forjou-se diferentes formas de percepção do mundo, de trabalho, de cotidiano, das relações sociais e das relações com o meio ambiente e cultural.
Em meados do período correspondente aos anos de 1960/70, o processo de “modernização conservadora” estabeleceu um novo perfil econômico, que, de algum modo, se estende até os dias atuais em todo o território paranaense: a predominância da agricultura comercial, integrada ao capital industrial e financeiro, e caracterizada pela utilização de insumos químicos e máquinas agrícolas.
Percebe-se que as fronteiras agrícolas do estado já se encontravam quase que plenamente ocupadas em meados dos anos 60, abrindo-se, assim, as oportunidades para a implementação do processo de “modernização tecnológica” que norteou o modelo de desenvolvimento rural adotado no país e, particularmente, no Paraná.
Essa modernização foi adjetivada de “conservadora”, na medida em que contribuiu decisivamente para a simplificação dos sistemas produtivos, para a concentração da estrutura fundiária, desencadeando um processo de exclusão das populações do campo com a migração de 1,3 milhão de pessoas do meio rural paranaense durante a década de 70. Além disso, essa modalidade de desenvolvimento agrícola foi responsável por uma acentuada diferenciação social entre os agricultores.
Como consequência desse processo de desenvolvimento instala-se uma racionalidade econômica geradora da corrida do mundo da produção sem considerar as condições de contabilidades da vida no planeta. Essa atitude transforma e destrói os valores humanos e é responsável pelo elevado grau de empobrecimento, especialmente das populações rurais, culminando com uma forte imposição cultural.
Tendo em vista o quadro apresentado acima e apoiado nos desdobramentos dos estudos historiográficos, antropológicos e sociológicos, este projeto se propõe a desenvolver um trabalho direto com as comunidades vinculados à agricultura familiar de uma região do estado do Paraná. Vale destacar que a região de abrangência do projeto conta com uma população rural de 50% de agricultores no território Cantuquiriguaçu e de 62 % no território Paraná Centro. Essa população sofre com as pressões sociais: os jovens rurais na sua educação formal são preparados para trabalhar nas cidades, os investimentos em educação, saúde, lazer, habitação e saneamento básico estão concentrados na zona urbana. Além disso, sociologicamente associou-se o campo ao atraso e à ignorância e a ascensão dos meios de comunicação colabora para modificar as relações sociais e os costumes.
Portanto, o projeto parte da constatação de alguns problemas relacionados a estas comunidades vinculadas à agricultura familiar: os jovens rurais continuam a migrar para a cidade, deixando para trás seus costumes, suas histórias, seus valores, assumindo a urbanização como valor cultural. Os agricultores que permanecem mudam suas relações de trabalho em virtude do capital, meios de comunicação e isso acarreta na desvalorização da tradição, dos costumes e da memória.
É fundamental retomarmos o significado histórico do próprio termo agricultura familiar:

O termo agricultura familiar corresponde, então, à convergência de esforços de certos intelectuais, políticos e sindicalistas articulados pelos dirigentes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). Consagra-se para dar visibilidade ao projeto de valorização de agricultores e trabalhadores rurais precarizados, diante de efeitos da interdependência entre agricultura e indústria. [...] Para efeitos de construção de uma definição geral (conceitualmente universalizável), capaz de referenciar de forma abstrata a extensa diversidade de situações históricas e socioeconômicas e de tipos econômicos, a agricultura familiar corresponde a formas de organização da produção em que a família é, ao mesmo tempo, proprietária dos meios de produção e executora das atividades produtivas. Essa condição imprime especificidades à forma de gestão do estabelecimento: referencia racionalidades sociais compatíveis com o atendimento de múltiplos objetivos socioeconômicos interfere na criação de padrões de sociabilidade ente famílias de produtores; e constrange os modos de inserção, tanto no mercado produtor quanto no consumidor. (NEVES, 2005, p. 25-26)

As especificidades relacionadas à forma de gestão do estabelecimento, destacadas acima, levam as pessoas que se organizam em torno da agricultura familiar a produzirem peculiaridades nas artes de fazer e nos saberes vinculados à sua prática e às relações com a realidade social mais geral. Estes saberes e fazeres constituem bens culturais fundamentais para a compreensão da diversidade cultural brasileira e, sobretudo, o reconhecimento destes costumes como patrimônios é uma política necessária para a construção da cidadania destas comunidades.
Para promover a valorização destas artes do fazer e os saberes desta população, este projeto se ancora nas atuais definições de patrimônio material e imaterial.
Em tempos de aceleração da percepção do tempo e presentismo, as sociedades, de maneira geral, estão preocupadas com a preservação da memória, com a guarda de documentos, bem como com ações de restauração da cultura material. Segundo alguns historiadores, filósofos e museólogos esta postura se justifica pelo seu antagonismo, ou seja, diante da percepção de um presente que valoriza o imediato há a resposta da preservação das tradições. Pensando nesta questão de cunho teórico-filosófico, este projeto busca desempenhar o papel de estímulo e problematização das construções de história, memória e patrimônio.
Podemos partir da própria noção de patrimônio, afinal, o que é patrimônio? Quem diz patrimônio diz herança! Esta frase permite encaminhar perguntas dela derivadas: o que do passado recebemos como herança? O que do passado achamos importante preservar?
Ao falarmos de patrimônio estamos lidando com história, memória e identidade, conceitos inter-relacionados cujos conteúdos são definidos e modificados ao longo do tempo. Segundo Lúcia Lippi Oliveira:

A noção de patrimônio confunde-se assim com a de propriedade herdada. O processo pelo qual se forma um patrimônio é o de colecionar objetos, mantendo-os fora do circuito das atividades econômicas, sujeitos a uma proteção especial e expostos ao olhar dos homens. O valor desses objetos é determinado pelos mitos e pelas tradições. (OLIVEIRA, 2008, p. 26)

Representar simbolicamente a identidade e a memória de uma nação é a função, nas sociedades modernas ocidentais, dos chamados patrimônios históricos e artísticos. O pertencimento a uma comunidade nacional é produzido a partir da idéia de propriedade sobre um conjunto de bens: relíquias, monumentos, cidades históricas entre outros.
No Brasil, a história institucional do patrimônio começa em 1934 com a criação da Inspetoria dos Monumentos Nacionais. Esta Inspetoria foi desativada em 1936/1937 com a criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan). A primeira fase do Sphan foi caracterizada pela política do tombamento e pelo reconhecimento de “bens de excepcional valor”. Podemos destacar neste período o predomínio da perspectiva estética vinculada ao barroco. O passado colonial era visto como o repositório da originalidade da formação nacional.
A partir de fins da década de 1970 e, principalmente, com a Constituição Federal promulgada em 1988 temos uma inflexão do conceito de patrimônio no Brasil.
Nos artigos 215 e 216 da Constituição promulgada em 1988, o conceito de Patrimônio Cultural abarca tanto o patrimônio material entendido como obras arquitetônicas, urbanísticas e artísticas de grande valor, quanto manifestações de natureza “imaterial”, relacionadas à cultura no sentido antropológico: visões de mundo, memórias, relações sociais e simbólicas, saberes e práticas; experiências diferenciadas nos grupos humanos, chaves das identidades sociais.
Incluem-se aí as celebrações e saberes da cultura popular, as festas, a religiosidade, a musicalidade e as danças, as comidas e bebidas, as artes e artesanatos, os mistérios e mitos, a literatura oral e tantas expressões diferentes que fazem do Brasil um país culturalmente diverso. No entanto, somente por meio do Decreto nº 3.551, de 4 de agosto de 2000 o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial foi regulamentado e os livros de registro foram criados. Veja abaixo as distinções dos livros, segundo o decreto presidencial:

I - Livro de Registro dos Saberes, onde serão inscritos conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades;
II - Livro de Registro das Celebrações, onde serão inscritos rituais e festas que marcam a vivência coletiva do trabalho, da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social;
III - Livro de Registro das Formas de Expressão, onde serão inscritas manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas;
IV - Livro de Registro dos Lugares, onde serão inscritos mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e reproduzem práticas culturais coletivas. (DECRETO nº 3.551/2000)

Seguindo esta legislação, o IPHAN incorporou o conceito e o registro do Patrimônio Cultural Imaterial:

A Unesco define como Patrimônio Cultural Imaterial "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas - junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural."
O Patrimônio Imaterial é transmitido de geração em geração e constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo assim para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana. (http://portal.iphan.gov.br/)

Dessa forma, orientado pelo desenvolvimento do conceito de patrimônio e convencido da sua importância para as pessoas relacionadas à agricultura familiar no estado do Paraná, o presente trabalho objetiva desenvolver a educação patrimonial junto a estas comunidades e recolher todo tipo de Patrimônio Cultural Material e Imaterial com a finalidade de criar o MUSEU DA AGRICULTURA FAMILIAR da região centro-oeste do Paraná.

5. Metodologia

O projeto será realizado por meio do uso da metodologia da Educação Patrimonial elaborada no Brasil em 1983 no 1º Seminário sobre o “Uso Educacional de Museus e Monumentos”, realizado no Museu Imperial, em Petrópolis, RJ, nas oficinas que serão realizadas com os agricultores familiares. A participação das comunidades envolvidas para o presente trabalho é de suma importância, por isso, serão realizadas oficinas para que os próprios agricultores reconheçam a sua cultura e a valorizem, de modo a se tornarem agentes culturais locais de maneira que eles consigam colaborar na aquisição de materiais para o projeto.
Realização de pesquisa nas várias entidades que fazem parte da agricultura familiar e nas propriedades para levantar as peças e documentos que podem fazer parte do acervo do museu.
As entidades da agricultura familiar têm uma estreita relação com os agricultores, muitas delas têm em seus arquivos documentos que retratam sua história e, consequentemente, a história da própria agricultura da região, assim, serão realizadas oficinas com os funcionários das entidades com maior relevância para a agricultura familiar para que possam aprender sobre documentação e catalogação de modo a colaborarem com a constituição do acervo do museu.
Nesse processo é de suma importância a divulgação, e a documentação das histórias, cantigas, receitas, costumes, por isso, será criado um site para hospedar os áudios das memórias coletadas por meio da metodologia da história oral. Além disso, serão produzidos documentários sobre os aspectos relevantes da agricultura familiar. Esses conteúdos além de estarem disponíveis no site serão oferecidos às rádios e emissoras de TV para que possam promover o conhecimento da agricultura familiar.
Assim, para o presente trabalho será adquirida filmadora, microfone, gravador, máquina fotográfica, computadores para edição de imagens, tratamento de fotos, confecção de material gráfico, elaboração de site, para museu virtual e realização de documentários dos costumes, tradições e outros. Têm então uma série de diligências aos locais onde serão captados os materiais, realizado as oficinas e a produção de conteúdos.

6. Elementos de Despesas
CUSTEIO
R$
Bolsa para orientação
20.286,00
Bolsa para estudante de graduação
31.500,00
Bolsa para Recém-Formado de nível superior
59.220,00
Diárias
2.500,00
Passagens
Combustíveis
6.000,00
Material de Consumo Especializado
Serviços de Terceiros – Pessoa Física
Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica
Bibliografia especializada
Sub-total
119.506,00
CAPITAL
R$
Equipamentos e material permanente
12.500,00
Total
132.006,00


7. Referência Bibliográfica

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FREITAG, Liliane da Costa. Extremo-oeste paranaense: história territorial, região, identidade e (re)ocupação. Tese (Doutorado em História). UNESP- Universidade Estadual Paulista, campus de Franca, 2007.

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