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História


O processo de "modernização" agrícola, que teve início na década de 60, proporcionou resultados favoráveis em termos de aumento da produção, sem alterar o quadro da pobreza no campo, com os chamados problemas estruturais: concentração fundiária, concentração de renda, deficiências no abastecimento de produtos essenciais, aumento das subocupações no setor agrícola e aumento do êxodo rural. Todos esses fatores se constituindo em problemas sociais.


Essa "modernização" agrícola não significou apenas a introdução de novos padrões tecnológicos, mas principalmente mudanças nas relações de trabalho na produção e agravou a concentração fundiária. Vale lembrar que qualquer proposta para uma política de reforma agrária sempre provocou grande resistência nos círculos das elites rurais do país.


Apesar da tendência histórica da concentração fundiária e da entrada de capital na agricultura, alterando as relações de produção que passaram a caracterizar-se pela compra e venda da força de trabalho, a pequena propriedade e por conseqüência a pequena produção ainda se manteve, embora submetida às novas condições do capitalismo, colocando muitos pequenos produtores em situação de pobreza absoluta.

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